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Aquele Amor....
Por: Artur da Távola - http://www.arturdatavola.com Escrito por ALE CROL às 12h54 AM [] [envie esta mensagem] MULHERES PERFEITAS Boa Noite, meus caros...
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Recebi, após a publicação do texto “Mago... Negro”, alguns e-mails de pessoas indignadas com a minha atitude de associar a cor Negra ao ruim. Alguns e-mails educados, outros sem qualificação.
Confesso que fiquei surpreso com isso, porque em momento algum procurei mostrar ou associar que o negro teria conotação de pele, ou raça.
Em momento algum me referi ao negro como um humano negro, visto que o que vale é a Essência e não o rótulo...
Em tudo procurei mostrar o negro como treva; local onde falta a LUZ da verdade, do caminho a ser trilhado.
Estado de ausência de LUZ para mim é escuridão e escuridão é uma associação com o negro.
Daí até chegar à conclusão que o texto teria algo a ver com a Raça Negra é sinceramente querer ver pêlo em ovo.
Aplico, em minha vida, a filosofia Budista (Nam-myoho-rengue-kyo) e sei exatamente o que representa uma atitude como esta e suas conseqüências em minha vida presente e nas futuras, caso eu esteja sendo um racista disfarçado. Ainda tenho algumas encarnações para cumprir.
Gostaria, contudo, de deixar uma coisa absolutamente clara:
Nós julgamos os outros pelos nossos valores acumulados ao longo de nossas vidas passadas e presente. E o ato de julgar é uma atitude de pessoa carente de evolução.
Eu sei que associei o Negro às trevas - ausência de LUZ - mas se você o associou à pele, só posso dizer que o problema passa a ser seu. Lamento perceber que o racismo vem de quem me contesta e não consegue “ver” que o que realmente existe é um estado de espírito, é uma forma de “ver a realidade”..
Preciso de um reforço de Carmem Imbassahy que diz:
“A vida nunca ensina coisa alguma.
É você quem decide se há uma lição em cada alegria, cada tristeza e cada dia comum pelo qual passa, ou se desperdiça todos os momentos de prazer e dor.
Não são os fatos que acontecem que fazem com que você aprenda algo, mas somente suas respostas e reações àquilo que acontece.
Também não são as experiências de sua vida, desde a infância, que transformaram você na pessoa que é hoje, mas somente a maneira como reagiu, ou respondeu, àquilo que você viveu”.
E acrescento: Leu e compreendeu ou mesmo entendeu.
Desculpem o desabafo. Não gosto de ser julgado, por isso procuro não julgar. É mais fácil entender. Ser juiz custa caro.
Não gosto de ser vítima e muito menos réu.
Sei que nos veremos, mas hoje preciso de sua compreensão.
Beijo na alma
Estou com sono e entusiasmada por ter conseguido instalar o meu micro, fazia muito tempo que eu naum escrevia( meu pc esta totalmente desconfigurado e sem acento) por isso a falta de acentos e todo e qualquer boa pontuasao para um bom portugues, ai isso agride meus ouvidos. Me desculpem a ausencia de forma tao mal educada e repentina, mas nao tive como evitar essa ausencia for;ada e incomoda, mas agora eu juro, juro que fico.
beijocas....
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O amor é o mais importante combustível para a nossa vida. Ele nos nutre e fortalece nosso ser, tornando-os fortes para enfrentar qualquer desafio que a vida nos apresente.
Mas, quando este alimento não nos é dado na medida exata, principalmente no inicio de nossas vidas, a autoconfiança e o sentido de valor que nos atribuímos pode ficar seriamente comprometido.
Desde muito cedo aprendemos o prazer que o amor e a aprovação de nossos pais podem nos proporcionar, e percebemos como a falta desse amor é dolorosa.
O sentimento de rejeição por parte da mãe ou do pai é, infelizmente, muito comum neste mundo em que os seres humanos, em sua grande maioria, ainda não vivenciam o estado de equilíbrio ideal para formar uma família.
A falta de maturidade e preparo para a importante tarefa de criar um filho, está na raiz do sentimento de rejeição. Dificuldades materiais, insegurança na relação afetiva e problemas emocionais não resolvidos podem fazer com que um filho, que deveria ser motivo de alegria e realização interior, acabe sendo recebido como um fardo pesado demais.
Para muitas pessoas este sentimento é inconsciente e nem sempre percebido objetivamente. Mas a criança rejeitada, na maioria das vezes acaba atribuindo a si a culpa pelo fato de não ser amada, e introjeta um sentimento de que não tem qualidades suficientes para merecer esse amor.
Como as emoções e percepções de nossa infância acompanham-nos ao longo da vida, continuamos, na idade adulta, carregando os sentimentos da criança que fomos um dia. A falta de amor por parte dos pais acaba fazendo com que a pessoa se recuse a amar a si mesma, por achar que não é merecedora.
Ao mesmo tempo, segue faminta, carente de atenção, aceitando qualquer migalha que alguém se disponha a lhe dar. A carência está por trás de muitas relações afetivas infelizes, já que a ânsia por estabelecer um relacionamento afetivo, faz com que as pessoas ignorem os sinais que a vida apresenta, de que aquela relação não será capaz de preencher seu vazio interior.
Para sair de tal labirinto são necessários vários passos: em primeiro lugar libertar-se do sentimento interior de culpa, e perceber que as causas da rejeição não estão relacionadas com ela, mas sim com dificuldades e bloqueios daqueles que a rejeitaram.
O segundo, e mais importante passo, é perdoar. Por mais difícil que seja, esta etapa do processo é essencial para que a libertação se concretize. Aprender a ver os próprios pais como seres em evolução, com fragilidades, bloqueios e limitações é a única forma de conseguir ter por eles a compaixão necessária para o exercício do perdão.
O próximo passo é praticar, diariamente, o amor por si mesmo, esforçando-se por perceber objetivamente as próprias qualidades e aceitar-se exatamente como se é.
Quando conseguimos nos amar e nos nutrir emocionalmente, tornamo-nos livres para estabelecer relacionamentos afetivos baseados no desejo de compartilhar, e não mais na necessidade de termos preenchido nosso vazio interior.
Amor e a capacidade de estar só
Você deveria ser capaz de estar só, completamente só e, ainda assim, tremendamente feliz. Então, você pode amar. Então, seu amor não é mais uma necessidade, mas um compartilhar, não mais é uma carência. Você não se tornará dependente das pessoas que você ama. Você compartilhará - e compartilhar é bonito.
Mas o que comumente acontece no mundo é: você não tem amor, a pessoa que você pensa que ama não tem nenhum amor em seu ser também, e ambas clamam pelo amor do outro. Dois mendigos mendigando entre si. Como resultado, as brigas, o conflito, a contínua rixa entre os amantes - a respeito de coisas triviais, coisas imateriais, coisas estúpidas! Mas continua-se brigando.
... A fundação básica está faltando, e você começa a construir o templo sem a fundação. Ele irá cair, desabar a qualquer momento. E você sabe quantas vezes seu amor ruiu. E, ainda assim, você prossegue fazendo a mesma coisa repetidamente. Você vive em tal grau de inconsciência! Você não vê o que você tem feito à sua vida e à vida das outras pessoas. Você continua, como um robô, repetindo o velho padrão, sabendo perfeitamente bem que você já fez isso antes. E você sabe qual tem sido, sempre, o resultado. E lá no fundo você também está ciente de que vai acontecer o mesmo novamente - porque não há nenhuma diferença. Você está se preparando para a mesma conclusão, o mesmo colapso.
Se há algo que você deve aprender do fracasso do amor, é: torne-se mais consciente, mais meditativo. E por meditação eu quero dizer a capacidade de estar alegre sozinho. Muito raras pessoas são capazes de estarem felizes sem absolutamente nenhuma razão - simplesmente sentar-se em silêncio e completa felicidade! Os outros acharão essas pessoas loucas, porque a idéia de felicidade é que ela tem que vir de alguém. Você encontra uma linda mulher e você fica feliz, ou você encontra um homem belo e você fica feliz. Sentar-se em silêncio em seu quarto e feliz?! Feliz desse jeito!? Você deve estar louco! As pessoas vão suspeitar que você está usando alguma droga, que você está chapado.